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Uma Breve História dos Patches militares

Escrito Por: Tiago Santos Publicado em: Blog Eagle Patches Data de Criação: 28/08/2019 Acessos: 318 Comentários: 0

Patches bordados foram usados pela primeira vez por volta de 1800 por militares britânicos na batalha de Waterloo, mas só foram usados por oficiais para demonstrar a sua classificação mais elevada. Tornaram-se uma forma eficaz de distinguir divisões e unidades militares, e a ideia logo se espalhou.

Patches militares são usados para denotar uma variedade de coisas, incluindo classificação, divisão e conjunto de habilidades. Os uniformes do Exército, Marinha, Fuzileiros Navais, Força Aérea e Guarda Costeira têm vários patches bordados, eles são geralmente costurados no uniforme  termo-colado ou fixados com Velcro® no ombro das mangas ou peito. Embora nos dias de hoje seja um adereço comum no meio bélico,  a história dos patches militares é relativamente nova.

 

 

Patches bordados foram usados pela primeira vez por volta de 1800 por militares britânicos na batalha de Waterloo, mas só foram usados por oficiais, estes tinham o objetivo de demonstrar a sua classificação mais elevada Seu uso acabou se tornando uma forma eficaz de distinguir divisões e unidades militares, e a ideia logo se espalhou. 

 

Douglas Russell Interpretando  o official James Macdonnell

Douglas Russell Interpretando  o official James Macdonnell

 

Antes da Guerra Civil americana, uniformes militares eram notavelmente sem adornos e sem efeito de qualquer decoração. Os soldados da União e exércitos confederados usavam Patches de identificação em suas coberturas (gorros ou chapéus), tiras de classificação em suas mangas e patches informais em suas camisas. Um fato interessante é que as esposas dos combatentes produziam seus patches costurando à mão pois eles ainda não eram produzidos em massa.

 

Na Primeira Guerra Mundial o General John J. Pershing oficialmente autorizou o uso limitado dos patches em seus uniformes. Naquela época a maioria dos patches eram variações do design Chevron (uma marca em forma de V invertido). As variações deste design significavam classificação, divisão e conjuntos de habilidades dos soldados. No entanto, os primeiros patches formais da Primeira Guerra Mundial foram usados em 1918 pelos “Wildcats”, pertencentes a 81º Divisão de infantaria. A insígnia era um patch feito sobre um tipo de feltro verde oliva com a silhueta de um gato selvagem bordada.



 

Durante a Segunda Guerra Mundial os militares tornaram-se mais organizados, produzido patches personalizados que claramente definiam a graduação de um militar sua divisão ou especialidade, por exemplo, se um soldado pertencia a uma divisão onde operava tanques, ele iria usar um patch com o design inspirado em um tanque, os médicos por sua vez, usavam patches claros com cruzes vermelhas bordadas para ficarem mais visíveis quando em campo de batalha e assim “evitando” serem alvejados pelo inimigo. Militares de alto escalão poderiam ter dezenas de patches para demonstrar seus feitos e especialidades, más, mesmo o soldado mais moderno teve pelo menos um patch. A coleção de patches militares tornou-se tão popular durante a Segunda Guerra Mundial que as crianças muitas vezes escreviam para os soldados pedindo-lhes que enviassem seus patches para adicionar às suas coleções.

 

1943- Garota do GSO (Girl's Service Organization) Mostrando como deveria ser costurada a insignia de ombro no uniforme de um soldado  americano.

 

Seria impossível escrever algo sobre a 2º Guerra sem acrescentar algumas linhas sobre nossos heróis Brasileiros, os integrantes da Força Expedicionária Brasileira. 1944, o Brasil enviou os bravos pracinhas da FEB para a Itália, onde combateram o inimigo e tiveram papel fundamental para os desdobramentos daquele conflito. Como não poderia ser diferente até hoje vemos os veteranos daquela época e muitos jovens também ostentando com orgulho os patches utilizados por eles utilizados.

 

 

 


 

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